quarta-feira, 8 de julho de 2009

Não tem preço!









Recebemos esta guitarra, uma Fender Japa 1996 se não me engano, para restaurar. O trabalho durou quase dois meses.
A guitarra tinha um filme plástico imitando maple, estava cheia de marcas e infiltrações na madeira devido a perda do acabamento.
Tinha uma folha de madeira macia em ambos os lados cobrindo a madeira original, talvez para que o filme tivesse maior aderência.
As peças metálicas estavam muito oxidadas.
Quando tudo foi retirado, descobrimos a beleza da madeira original.
Depois de todo acabamento e de uma pintura tipo stone washed, a guitarra voltou à vida.
A sonoridade também agradeceu.
Ver um cliente satisfeito... não tem preço!

Quem quiser ver mais fotos pode acessar o flickr do Matheus, dono desta Guita.
Valeu Matheus!
http://www.flickr.com/photos/muninn_/sets/72157620876029669/

sábado, 13 de junho de 2009

RKS guitars. Um novo conceito.

Por muitas vezes nos questionamos, sobre o quanto a madeira realmente influencia o som das guitarras.
Muito se fala sobre o corpo sólido, sem emendas, já abordado em outras publicações neste blog.
A RKS guitars traz no mínimo, uma nova leitura de design.
Apreciem a construção deste instrumento.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Construindo Cavaquinhos

Por Diego de Assis

O Cavaquinho é um dos instrumentos musicais de corda da família dos tampos chatos, como violões, violas e bandolins. No Brasil é instrumento tradicional que pertence às rodas de choro e samba, mas não tem origem definida; uns dizem que é português, outros dizem ser grego. É encontrado também no Hawai, sendo também um instrumento típico.

Pode-se descrever o cavaquinho como uma pequena guitarra acústica, e tem este nome em função de seu tamanho; “cavaco” é uma sobra de madeira, um pequeno pedaço de pau.

Neste artigo descreverei algumas técnicas para construção do instrumento, conforme as experiências do Curso de Lutheria que leciono há alguns anos.

Madeiras

Assim como na construção de móveis, as madeiras para construção de instrumentos musicais devem estar secas e maduras, para evitar retrações. As madeiras da caixa acústica possuem espessura menor que 3mm; madeiras jovens facilmente racham nesta espessura. Além disso é preciso considerar a qualidade sonora destas madeiras, percutindo-as.


São diversas espécies de madeira utilizadas na construção de cavaquinhos, conforme as exigências do músico e do luthier. Os instrumentos mais caros e sonoros são geralmente compostos com madeiras nobres, como o jacarandá (rosewood), o ácer (maple), o abeto (spruce), o mogno (mahogany), o cedro (cedar) e o ébano (ebony), entre outras. Algumas são de procedência nacional, outras importadas, como o ébano e as madeiras do tampo.

Cada espécie de madeira tem uma função própria no instrumento. Para atingir um bom volume e uma boa sustentação do som são necessárias madeiras duras e macias; as madeiras macias do tampo são responsáveis pela sustentação do som, já que vibram mais que as madeiras duras. As madeiras duras da caixa de ressonância (fundo e ilhargas) devem refletir o som, sendo por isso responsáveis pelo volume. O braço e a escala devem proporcionar boa estrutura para sustentar as cordas, feitas também com madeira dura. Estas combinações determinam a leveza, a sonoridade e a estética do cavaquinho.

Para a fabricação dos cavaquinhos do Curso de Lutheria fiz uma seleção alternativa de madeiras, todas de procedência nacional e encontradas facilmente nas madeireiras do Rio de Janeiro:
- Tampo: marupá, cedro ou curupixá
- Fundo, laterais, peças internas e braço: cedro ou curupixá
- Escala e cavalete: roxinho
- Ornamentos: Imbuia , pau-marfim, pau-ferro, Sebastião-de-arruda e sobras diversas.

Técnicas de construção – o braço

Iniciamos com a construção do braço do cavaquinho, que é, essencialmente, um trabalho de entalhe. Antes de iniciar a modelagem as peças são retificadas e coladas, e com serras a maior parte de material é retirada.

É melhor resolver logo o encaixe do braço com o tróculo, malhete que mais tarde servirá para unir o braço com a caixa acústica. A forma reta do braço ainda permite apoiar esquadros e réguas para marcação.

O trabalho é controlado por um paquímetro, de acordo com as dimensões do desenho técnico em proporção natural. A escala de roxinho é colada ao braço, com o cuidado de estar na posição correta.

Uma das partes mais delicadas é a preparação da escala, pois os trastes no cavaquinho são muito próximos, exigindo maior precisão no corte. Para diminuir a margem de erros utilizamos um gabarito para conduzir cada corte, garantindo uma distância e profundidade uniformes.

Os trastes da escala são instalados e aparados antes da união com a caixa acústica. Mais tarde serão regulados com limas e lixas para metal, já com a construção pronta.


Técnicas de construção – a caixa acústica

O fundo e o tampo maciços devem ser aplainados (ou aparelhados), com a espessura uniforme em todos os momentos da peça. Em seguida são marcados e recortados na serra- de-fita.

Peças de madeira maciça devem promover melhor volume e qualidade sonora, mas pode-se fabricá-las apenas com folhas de revestimento, colando-as sob pressão.

As ilhargas (ou laterais) são moldadas em fôrma, garantindo um padrão e nenhuma perda de material, já que não há habilidades especiais envolvidas neste procedimento. Empenar peças maciças com calor exige muita prática.

O cavaquinho em sua forma tradicional é um instrumento simétrico; suas madeiras são casadas, garantindo o equilíbrio da forma e do som. Tampo, fundo e ilhargas são constituídos por pares da mesma peça. Estas peças são coladas pelas bordas, que devem estar perfeitamente unidas.

As ilhargas são encastradas numa fôrma, para colagem dos tróculos do braço e do bojo, assim como para retificação com plaina manual.

Recebem reforços nas bordas, e é estruturado com pequenas travessas. As travessas devem ser ligeiramente curvas, para que a caixa seja estufada, principalmente no fundo.

No cavaquinho há diversos filetes, principalmente nas emendas e arestas, que servem como ornamento e também reforçam a união das ilhargas com o tampo e o fundo. O tampo deve receber a roseta (ornamento em torno da boca do instrumento) antes de unir-se às ilhargas. Os desenhos da roseta são variados, sendo tradicionalmente uma marchetaria de motivos geométricos.

Muitos luthiers compram estas rosetas prontas em lojas de instrumentos musicais, mas preferi fabricar nossas próprias rosetas.

O corte da roseta é feita com fresa reta e tupia manual. Criei uma ferramenta própria para o corte e instalação de rosetas, que apelidei de roseteira.

Diferente de um compasso dispensei o centro e me baseei nas margens da circunferência para conduzir a ferramenta. A tupia é encaixada num prato, que é girado sobre a peça a ser usinada.

Além da roseta, o tampo recebe o leque harmônico, constituído por pequenas talas coladas, responsável pela estrutura do tampo e do som. Este modelo de leque harmônico é tradicional, mas pode apresentar as mais variadas formas.

O tampo e o fundo são unidos sob pressão, em fôrma que dispensa grampos – a caixa de colagem. Usamos cunhas, procedimento que criei para evitar acidentes, já que um grampo pode facilmente amassar todo o conjunto. Com cunhas encaixadas com as mãos não há este risco, faz-se apenas a pressão necessária entre as peças, e claro, economiza os grampos da oficina!

Após a união das peças, as sobras são retiradas com a tupia manual com fresa reta, abrindo um pequeno rebaixamento nas arestas para a aplicação de filetes.

Finalização do instrumento

Ao fim da construção braço e caixa acústica são unidos com auxílio da morsa de bancada e um grampo, conformando o instrumento.

O cavalete é modelado, com seus canais abertos na tupia ou na serra circular. Assim como a escala o cavalete também é feito de roxinho.
As abas curvas da peça são modeladas manualmente ou com auxílio de tupia estacionária, com um cilindro de lixa. Então, o tampo é marcado e o cavalete colado.

Com osso de canela de boi modelamos a pestana e a ponte (peças que apóiam as cordas em suas extremidades) na lixadeira de disco. Estes ossos podem ser adquiridos em qualquer açougue a custo zero.

Então, antes do acabamento instalamos as tarraxas e as cordas, para testar o cavaquinho e regular os trastes. É o momento dos ajustes.

O acabamento é feito com verniz de nitrocelulose, aplicado com pistola. Todo o instrumento é envernizado, com exceção da escala, que é protegida com fita adesiva durante a aplicação. Após a cura do verniz o instrumento é polido com lixas d’agua de grão fino (320, 360, 400) e pastas de polir.

O polimento é controlado observando o instrumento à contra-luz; desta forma as falhas ficam visíveis. Não é tão simples obter um bom acabamento, sendo esta uma das partes mais árduas de todo o processo de fabricação.

Este é um bom projeto para o iniciante, onde as técnicas de construção são simples e fáceis de reproduzir, conformando ao final um belo instrumento e de boa qualidade sonora.

Agora…

…tocar o cavaquinho? Isso sim é difícil!

- Diego de Assis

Nota: Agradeço aos queridos alunos Núbia, Cleane, Rosangela, Valdéia, Nena e Pedro, e os demais que tornaram possível a realização deste artigo.

http://diegodeassis.wordpress.com

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Diferença entre lutheria de violões e construção de sólidos



Muita gente me pergunta por que eu não ensino a construção de guitarras.
Eu explico!
A guitarra é um corpo sólido, fresado e com uma captação acoplada. Sem a captação a guitarra não tem quase som nenhum.
O violão precisa da acústica.

Todo trabalho desenvolvido dentro deste instrumento, irá comprometer de forma favorável ou não, a sonoridade.

Quem constrói guitarras dificilmente conseguirá fazer um violão.
Entortar uma lateral no ferro quente, escalopar travessas, entender a acústica das madeiras, perceber como um tampo trabalha, saber quanto se deve afinar uma madeira para que exista vibração, conjugar madeiras diferentes para que o violão tenha o timbre adequado... as diferenças são grandes demais. Qualquer pequeno detalhe é fundamental para a construção de um bom violão.
A proposta do nosso curso de construção de violões e da formação do profissional luthier, passa pela necessidade de vivenciar tais informações.

Apesar de existirem detalhes particulares na construção de cada tipo de instrumento musical, as guitarras possuem uma conformação adequada a receber componentes eletrônicos e não amplificação acústica.

Você pode construir uma guitarra com serra de fita, e tupia, mas, não conseguirá o mesmo resultado se quiser construir uma semi-acústica por exemplo.

A lutheria é um trabalho demorado, refinado e para pessoas pacientes, pois quem dita as regras é a madeira e madeiras trabalham com o tempo.

sábado, 30 de maio de 2009

Arnaldo Freitas


O mundo da viola está se acostumando com este músico de apenas 19 anos. Apontado como revelação no gênero da viola caipira instrumental, Arnaldo Freitas já teve a oportunidade de tocar com artistas consagrados como: Cacique e Pajé, Pedro Bento e Zé da Estrada, Téo Azevedo, Jair Rodrigues entre outros.
Há dois anos atua fixo no quarteto Regional do programa Viola Minha Viola da tv Cultura ao lado de Inezita Barroso e prepara-se para em breve lançar seu primeiro álbum que trará o título de “ Divisa dás Águas”.
Curta um pouco desta jovem promessa.

domingo, 24 de maio de 2009

Qualidade em Madeiras para Lutheria



Estive recentemente em São Paulo e aproveitei para visitar a Strings, empresa especializada na venda de madeiras e materiais para Luthiers. A qualidade dispensa apresentações. Abeto Alemão, Ébano, Maple, Indian Rosewood, West Red Cedar, Tarrachas Schaller e Rubner, Rosetas... e a gentileza do Oscar, que me atendeu com toda a paciência e atenção.
É uma ótima indicação para quem deseja qualidade e preço justo, fora a comodidade de encontrar tudo isso no Brasil.
Valeu Oscar!
Quem quiser conferir pode acessar:
www.strings.com.br

sábado, 11 de abril de 2009

Michihiro Matsuda


Clique nas fotos para ampliar

Olá galera!
Aqui vai mais uma boa dica, sobre o que é a arte da Lutheria.

Podemos dizer que Michihiro Matsuda é no mínimo um luthier arrojado.
Seu design é ao mesmo tempo: orgânico e clássico.
Seus violões tem uma personalidade peculiar que nos leva as suas raízes. Talvez seja exatamente este elo de ligação com sua cultura, o que faz de seus instrumentos verdadeiras obras de arte.
Este é mais um exemplo de que a lutheria está evoluindo para um caminho mais interessante e libertador.
Você também não está cansado de ver os mesmos instrumentos por aí?
Aproveite o trabalho deste grande artista.
Mais um detalhe: quem quiser um exemplar precisará ter paciência. Cada instrumento demora um ano e meio para ficar pronto.
Quanto ao preço...

Caso queiram saber mais sobre este profissional, acessem: www.matsudaguitars.com

segunda-feira, 30 de março de 2009

Pagelli (finest hand-made guitars)

Clique para ampliar

Parece que as fotos estão deformadas, mas não estão.

Estes instrumentos foram construídos pelo Luthier Claudio Pagelli.
Repare na riqueza das formas e na ousadia do design.
Esta é mais uma demonstração de como podemos mudar determinados paradigmas de mercado, alcançando resultados interessantes, sem perder o profissionalismo é claro!

www.pagelli.com

Dúvidas sobre o curso

Tenho recebido alguns contatos de pessoas que querem fazer o curso de Lutheria, mas estão preocupadas com as vagas e datas.

Nosso curso disponibiliza vagas durante todo o ano, acontece que na maioria das vezes, os melhores horários são preenchidos rapidamente.
Se você deseja fazer o curso, mas não dispõe de tempo ou dinheiro neste momento, ligue para a Beluthier e deixe o seu contato com o horário e o dia da semana que você gostaria de estudar, assim que existir uma nova vaga nós ligamos para você.

Outra pergunta frequente é: Por que você não ensina a construção de guitarras?

Para que você seja um Luthier completo e possa atender aos clientes músicos de maneira profissional, é preciso que você domine a Lutheria como um todo.
A construção de guitarras e baixos é considerada como um nível intermediário de Lutheria, isso sem desmerecer os grandes construtores de sólidos.
Normalmente quem constrói sólidos, não domina bem a construção de violões ou guitarras semi-acústicas e não pode ser considerado um Luthier completo.

Na Beluthier não temos o interesse de criar turmas em diferntes níveis, apenas para aumentar o número de alunos.
Nunca vi um curso de karatê onde você aprende primeiro só até a faixa vermelha (nível iniciante) e já pode dizer que é um profissional Karateca. É isto que acontece no mercado.
Estamos vendo uma multiplicação de falsos profissionais.

Nosso curso é direcionado a formação de um Luthier completo, que tenha a competência para fazer tanto sólidos quanto acústicos.
Nossas aulas se baseiam na construção de acústicos, pois durante o decorrer do curso o aluno entende com grande facilidade a construção dos sólidos, não havendo necessidade de se construir o mesmo durante o decorrer das aulas.
A abordagem das madeiras, secagem, acabamento, construção, restauro, etc, voltados aos acústicos, são inerentes a profissão e necessários para o profundo conhecimento desta nobre arte.

O mercado de instrumentos musicais despeja no mundo uma infinidade de peças, onde a maioria não deveria nem sequer receber o nome de instrumento musical.
Estes instrumentos não podem ser comparados aos feitos a mão, por Luthiers profissionais!

Nosso Blog tem a função de mostrar novos caminhos, para que você possa entender como o mercado funciona e escolher o melhor.

Nosso endereço e telefones estão sempre à disposição para maiores informações.
Equipe Beluthier

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Instalação de uma porta USB na Guitarra.

Matéria publicada na revista americana PC Magazine. Tradução: Fernando Bernardo

A primeira questão é: por que você deseja uma porta USB em uma guitarra elétrica? Simples: comodidade.

Ao colocar um pequeno codec USB em uma guitarra, você está colocando nela, uma placa de som extra.

Então, quando você grava, seu violão ou guitarra é digitalizado o sinal transmitido para o seu computador através de um cabo USB.

Você tem mais mobilidade e menos cabos. A guitarra ainda mantém todas as capacidades do padrão analógico, mas, com uma saída USB.

Este é um projeto da PC Magazine, um
exemplo de como podemos usar a tecnologia da informática a nosso favor.



Para o nosso projeto, eu selecionei uma guitarra simples e bem feita e uma interface USB.

M-Audio Micro USB fornecido com diversas interfaces para a experimentação.


Aqui a guitarra na mesa de operações.

É uma SX STL Ash, um instrumento digno e barato ($ 120) um modelo.

A Tele é o estilo de guitarra ideal para os nossos objectivos : bolt-on no braço, slotes de espaço no painel dos captadores sob o pickguard e boa espessura de borda .
Os trastes modelo jumbo trazem ótimo sustain e seu design b
astante ergonômico faz deste instrumento uma opção bastante confortável ao toque.


A interface USB tem duas entradas de 1/8 de polegada, uma para a guitarra e a outra para um headfone estéreo.

Possui um cabo curto com um plugue USB.

Abre-se facilmente apenas com as unhas e um pouco de pressão.

Tem Micronas USB com codecs pré programados para gravar um canal por vez, em uma entrada de 16 bits, taxa de amostragem de 44,1 kHz - qualidade de CD.

Ele possuí sinal de saída em ambos os canais, direito e esquerdo.




O módulo ( micro USB )se encaixa facilmente na cavidade.

O Jack de entrada normal da guitarra fica sendo a saída analógica.

O segundo Jack foi destinado a ser uma entrada auxiliar.

Eu li a documentação relativa ao Micronas chip e pensei que eu poderia colocar uma segunda guitarra ou um microfone entrando na guitarra e ter a guitarra em um canal e a voz ou o violão na segunda entrada.

Infelizmente, eu não descobrir o meu erro principalmente depois que o projeto foi acabado, ou seja, a minha guitarra tem uma desnecessária e inútil entrada a mais.

O terceiro Jack é para os headfones.

A maioria dos pequenos headfones têm 1 / 8 de polegada de entrada, mas eu achei que o meu projeto ficaria mais bem construído com 1 / 4. Prefiro usar fones de ouvido com um 1 / 4 de polegada de jack ou eu uso um adaptador de 1 / 4 para 1 / 8 .
O conector USB fêmea é da L-COM, número ECF504-12AAS.

É o menor Jack de painel que eu poderia encontrar e eu gostei do reservatório de plástico cromado.

Eu percebi que uma extensão macho-macho de 10 pés proporcionaria boa mobilidade.

Eu percebi que o mini conector USB não seria robusto o suficiente, então coloquei o maior tamanho.



Eu fiz uma linha central para guiar todos os furos e perfurei com uma broca chata de 7 / 8 de polegada.




Eu perfurei um pequeno buraco para o cabo USB e fiz com o formão, as marcações das abas do conector no corpo da guitarra.

Eu utilizei uma Dremel para limpar a parte interna.

Você tem que ser cuidadoso quando fizer este procedimento, é fácil rachar a madeira e provocar danos graves.



Eu abri a proteção da tomada USB com uma chave de fenda.

O Jack e placas de circuito deslizaram para fora da caixa.

Eu cortei o excesso de comprimento fora a placa de circuito, o que diminuiu o tamanho do espaço utilizado dentro da guitarra.



Eu marquei e removi os fios do Jack para poder colocar o módulo em seu devido lugar na guitarra, depois eu re-soldei todos outra vez, fixando o módulo fêmea em seu devido lugar.




Aqui está a placa de alumínio para dar acabamento e cobrir o resto das entradas.

Fiz a abertura retangular sobre uma furadeira de bancada, mas você pode fazer um bom trabalho perfurando os cantos e dando acabamento com lixa, para não deixar rebarbas.

Eu decidi embutir a placa, achei que era a coisa certa a fazer.




Eu usei a Dremel, com uma fresa de 1 / 8 de polegada.





Com a furadeira de bancada, eu fiz furos de 3 / 8 de polegada para os jacks.




Eu tinha originalmente pensado em eliminar jacks e soldar diretamente à Micro USB dentro da guitarra, mas decidi que os jacks não iriam sofrer qualquer problema de mal contato de conexão dentro da guitarra.

Uma liga a saída da guitarra e a outra é para o headfone estéreo.




Aqui está o painel lateral concluído - com o inútil Aux IN.